Seja para garantir uma aposentadoria tranquila, investir no futuro dos filhos ou viabilizar um projeto pessoal, a previdência privada é uma ferramenta poderosa de planejamento financeiro. Mas, com tantas opções disponíveis, como escolher o plano mais adequado ao seu perfil e aos seus objetivos?
Neste post, vamos te ajudar a entender os principais tipos de previdência e os fatores que devem ser considerados na hora da escolha.
Por que fazer uma previdência privada?
A previdência privada funciona como uma poupança de longo prazo, pensada para complementar a aposentadoria do INSS ou para outros planos pessoais. A grande vantagem está na flexibilidade: você define quanto pode investir, por quanto tempo e qual o melhor momento para resgatar.
Além disso, é possível contar com incentivos fiscais, especialmente no caso do plano PGBL, e acompanhar de perto a rentabilidade do investimento.
Tipos de planos: PGBL x VGBL
Essa é uma das dúvidas mais comuns na hora de contratar:
- PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre): Indicado para quem declara o Imposto de Renda no modelo completo. Permite deduzir até 12% da renda bruta anual na declaração, o que pode representar uma boa economia. Porém, no resgate, o imposto incide sobre o valor total (aplicação + rendimentos).
- VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre): Ideal para quem declara o IR pelo modelo simplificado ou é isento. Nesse plano, o imposto no resgate incide apenas sobre os rendimentos — e não sobre o total investido.
Qual regime de tributação escolher?
Outro ponto essencial é escolher entre os dois regimes de tributação:
- Progressiva: Segue a tabela do Imposto de Renda, como ocorre com salários. Indicado para quem pretende resgatar em curto ou médio prazo, ou com renda mensal mais baixa na aposentadoria.
- Regressiva: Quanto mais tempo o valor ficar investido, menor a alíquota de imposto. Começa em 35% e pode chegar a 10% após 10 anos. É a escolha ideal para quem quer investir no longo prazo.
Como escolher o plano ideal?
1. Tenha clareza sobre seus objetivos
Quer complementar a aposentadoria? Garantir os estudos dos filhos? Comprar um imóvel no futuro? Definir o objetivo é o primeiro passo.
2. Entenda seu perfil financeiro
Avalie quanto você pode investir por mês e por quanto tempo. Isso ajuda a escolher um plano que se encaixe no seu orçamento.
3. Considere o prazo do investimento
Quanto mais tempo você puder deixar o dinheiro aplicado, maiores serão os benefícios — tanto em rentabilidade quanto em tributação.
4. Conte com orientação especializada
Com o apoio de uma corretora de seguros, como a Megaton, você recebe ajuda para analisar os planos disponíveis, fazer simulações e escolher a melhor alternativa de acordo com suas metas.
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